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Como é morar em Silver Spring, Maryland

Como será morar em Silver Spring, região de Washington, D.C., a capital dos Estados Unidos? Quem vai nos contar sobre sua experiência pessoal é a Bea, do Canal Do Lado de Cá. No decorrer do texto você perceberá que ela fala bastante de Washington, D.C., Silver Spring e Maryland. “Washington, D.C.”, é formalmente chamado de “Distrito de Columbia”, ou simplesmente “Washington”, “o Distrito” ou “D.C.”. É um distrito federal sob jurisdição do Congresso, não fazendo parte de nenhum estado. A área que compõe Washington foi doada pelos estados de Maryland e Virginia. Já Silver Spring, fica no Condado de Montgomery, estado de Maryland. A distância entre Silver Spring e Washington é de aproximadamente 10Km. A população de Silver Spring em 2010 era de 71.452 habitantes. Para estatísticas gerais sobre Silver Spring, clique aqui.

Vamos à leitura?

Carol

Washington

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SILVER SPRING, Maryland (WASHINGTON, D.C.)

Sou Beatriz Souza da Silva, 18 anos, carioca da gema, mas apaixonada por Manaus, onde vivi por 6 anos. Sou filha de uma carioca e de um paraibano; uma Titan, como um boa estudante do 11 (décimo primeiro) ano da escola Albert Einstein High School, em Silver Spring. Sou cristã desde os 12 anos, futura publicitária, amo dançar e falar (eu falo muito e isso é um problema da hora de editar os meus vídeos do YouTube), YouTuber responsável pelo Canal “Do Lado de Cá”, onde compartilho minha vida aqui na América.

O meu pai é militar, sub-oficial da Marinha do Brasil e, desde que me entendo por gente, nós sempre viajamos muito. No Brasil, já moramos em Manaus (Amazonas), Mesquita (Rio de Janeiro) e em João Pessoa (Paraíba). Agora moramos no estado de Maryland, no bairro de Silver Spring, a 30 minutos da capital Washignton D.C.; sim, Washignton D.C. é onde fica a Casa Branca que, por sinal, é muito pequena.

Esta é a minha primeira vez fora do Brasil, porém sempre soubemos que um dia moraríamos  fora, pois meu pai sempre deixou isso bem claro em casa. Em 2009 surgiu a oportunidade de irmos para Falmonth, na Inglaterra, por 8 meses enquanto meu pai estava lá em uma missão. Meus pais acabaram decidindo que só ele iria, pois era meio de ano e atrapalharia o cronograma que eu e meu irmão tínhamos no colégio. Quatro anos depois, meu pai estava na Argentina quando ligou para casa avisando que a tão esperada carta havia chegado. Foi estranho. O momento havia chegado! Tivemos seis meses para fazer tudo, mas não tivemos muito trabalho e nem demorou tanto, pois a Marinha resolveu tudo. No dia 9 de janeiro de 2014, estávamos embarcando para os Estados Unidos e já estamos aqui há 1 ano e 9 meses.

Como não foi a primeira vez que me mudei, eu já tinha uma idéia de como seria. Mas também não foi tão fácil quanto eu pensei que seria. Tive aqueles três meses de adaptação sobre os quais todo mundo fala. A adaptação foi mesmo para cair a ficha de que eu não  estava mais no Brasil. Passei o mês de janeiro conhecendo alguns lugares aqui em Washington e fazendo os testes para entrar no colégio, vendo para qual colégio eu iria e tudo mais. Em fevereiro, comecei a estudar. Para mim, o mais difícil no início foi mesmo o frio; sair dos 40 graus do Rio de Janeiro e chegar aqui com -25 graus foi muito ruim. Eu só queria ficar em casa deitada. Ir pro colégio no começo era complicado, mas eu não reclamava e sabia que depois de um tempo eu começaria a gostar. Entrar em um colégio sem professores que te entendam ou com quem você possa conversar é muito ruim. Pior ainda quando eles insistem em dizer que você fala espanhol! Porém, não escondo que espanhol foi a minha única saída para ao menos tentar me comunicar no início. Mas com uns 7 meses de Estados Unidos eu já estava totalmente adaptada, meu inglês já estava bem melhor e a saudade já nem era tanto saudade, mas sim um sentimento de querer que meus amigos pudessem estar vivendo esse sonho comigo.

Fazer “high school” nos Estados Unidos é um sonho! Não é uma high school 100% americana, pois metade dos alunos são latinos ou descendentes de latinos. Mas meu colégio tem de tudo, meus amigos são russos, filipinos, hondurenhos, colombianos, angolanos, indianos, camaroneses e alguns americanos (com pais estrangeiros). Fazer high school em escola americana é um sonho! Qual menina de 16 anos não sonha em se mudar para cá e viver como nos filmes? Quando vim pra cá eu estava no 2 (segundo) ano do Ensino Médio, então pensei que não mais poderia viver esse sonho de estudar high school aqui. Já tive oportunidades de intercâmbio na Europa, mas acho que Deus já estava preparando a minha viagem para a América. Clique aqui para assistir ao meu vídeo sobre “Uma semana de high school comigo”.

Quanto à minha opinião sobre os americanos, dependendo do lugar eles são diferentes. Assim como no Brasil que em cada estado o brasileiro é diferente, com suas culturas e características próprias, aqui os americanos diferem de acordo com o estado e a região. Vou falar dos americanos daqui de Maryland, que são muito simpáticos e educados. Aqui tem muitos imigrantes, como tenho dito, então os americanos de Maryland acabam sendo um pouco mais abertos. Mas percebo, sim, que eles tem uma coisa de se achar melhor que os outros, de sempre querer estar a frente em tudo, de que tudo o que vem deles é melhor do que dos outros países. Mas isso é da cultura deles, eu entendo. Minha opinião sobre eles mudou quando percebi que eles são bem mais fechados do que pensei e mais parados (desanimados), no sentido de não gostarem tanto de festa quanto a gente, e de que as festas têm hora pra começar e pra acabar. Também são bastante consumistas, mas bem generosos quando precisam (sempre doam as coisas das quais não precisam mais), sem falar que são muitos educados, sempre falam “obrigado” e “com licença” para tudo (chega até a ser chato às vezes).

Não tenho nada de ruim para falar de Silver Spring, pois aqui é um Brasil dentro dos Estados Unidos. Não somente isso, mas aqui tudo é perto, não preciso pegar ônibus ou ir de carro a qualquer lugar. A variedade cultural é grande (americanos, negros, latinos) e as pessoas se respeitam. Em todas as lojas você encontra um brasileiro ou um hispano (como chamamos os latinos que falam espanhol) que fala “portunhol” e pode te ajudar caso você tenha acabado de chegar e não fale inglês. Acho que o fato de haver muitos latinos aqui é até um ponto negativo justamente pelo fato de “eu não precisar saber inglês”. Isso porque se a sua intenção for vir pra cá para aprender inglês, ter tantos brasileiros e hispanos ao seu redor pode ser um problema, pode te atrapalhar. Eu tentei (risos) mas não dá pra fugir de aprender nem que seja um pouco de espanhol. Resumindo, se quiser ficar distante de brasileiros, não venha para o estado de Maryland, pois aqui tem muito brasileiro.

Sobre a minha vida nos finais de semana, nos sábados costumamos almoçar no Golden Corral (que, para nós, é o melhor restaurante  buffet dos Estados Unidos, com várias filiais espalhadas pelo país), ou vamos conhecer lugares diferentes para tirar fotos e sair um pouco de casa. Aos domingos pela manhã vamos à Igreja, onde meu pai toca no conjunto. Não, ela não é aquela Igreja como vemos nos filmes americanos, com negros cantando e coral; é uma Igreja bem simples, mas muito acolhedora. Apesar de só ter duas famílias brasileiras na Igreja, eles nos recebem muito bem e sempre falam aquele “bom dia” com sotaque (risos).

Washington, D.C., é uma cidade linda. Não é à toa que é a capital dos Estados Unidos. Além das belezas naturais, quem vem pra cá na Primavera não pode deixar de ver o Cherry Blossom Festival em D.C.. Nossa, é lindo demais! Vale muito a pena ir passar um dia no centro e conhecer os principais monumentos, a Casa Branca, o Lincoln Memorial (meu memorial favorito! passar a infância assistindo Corry na Casa Branca e o filme Uma Noite no Museu fez isso comigo) e, claro, o Smithsonian National Museum of Natural History (meu museu favorito). Pelo fato de Washington ser a capital do país, há muito para se contar. São cerca de 9 museus contando um pouco da história do país. Acho que tirar uns três dias da sua passagem em D.C. para conhecer  todos esses lugares é mais que válido. Mas esteja preparado para caminhar bastante pois, por mais que os museus e monumentos estejam localizados no centro de Washington, não estão tão perto um do outro como parecem no mapa.

Tenho bastante contato com brasileiros, começando pela minha própria família. O número de brasileiros em Maryland é muito grande, por isso tantas lojinhas e coisas do Brasil por todos os lados. Como já disse, meu pai é militar e outros militares também vieram para cá com suas famílias. Algumas moram até no mesmo condomínio que eu e, sempre que possível, almoçamos juntas ou saímos para algum lugar. Alguns brasileiros até estudam na mesmo escola que eu. Mas aqui é assim: os americanos filhos de brasileiros muitas vezes não falam português com a gente. Alguns poucos, inclusive, escondem que falam o idioma afirmando que não sabem português.

Sobre os estabelecimentos comerciais brasileiros, é só atravessar a minha rua que chego em dois salões de beleza (Hair Brazil 4 Extensions e Via Rio Hair Design). Andando mais um pouquinho temos o By Brazil Groceries & Goods que é um mercadinho brasileiro, mas acho que os produtos que eles vendem são meio caros e os lanches não são tão bons como no Brasil. Para quem estiver com vontade de comer um pãozinho francês ou uma coxinha, aconselho ir ao Brazilian Bakery que é padaria e restaurante e há pouco tempo mudou de dono, por isso acho que os produtos ficaram melhores.

Do que mais sinto falta do Brasil? Do calor humano e da alegria que só o brasileiro tem. Depois que vim pra cá e conheci gente de tantos lugares diferentes e culturas diferentes, tive a certeza de que O BRASILEIRO É O POVO MAIS FELIZ DA TERRA, e é disso que eu sinto mais falta, principalmente no colégio e na Igreja. Amo a minha Igreja aqui, sou da Wisconsin Avenue Baptist Church. É Igreja americana, com cultos em inglês. Os membros e pastores são uns amores, mas  sinto falta dos meus irmãozinhos brasileiros. Não sinto falta da comida porque tenho minha mammy que faz minha comida todos os dias, mas não posso negar que não ir pra casa da minha irmã comer pizza nas sextas-feiras ou não ir comprar açaí na Barraca do Bomba faz muita falta também. Ah, uma coisa que não posso deixar de dizer: na minha opinião, a pizza daqui é muito ruim.

Voltarei para o Brasil no ano que vem, mas já com vontade de voltar a morar nos Estados Unidos. Washington D.C., será sempre a minha segunda casa e, com certeza, ainda virei muito para cá.

Ah, depois de quatro meses morando aqui, decidi criar um canal no Youtube. Era um sonho muito antigo que finalmente se tornou realidade e sou muito grata a Deus por isso. É uma grande responsabilidade ter um canal no Youtube e expor um pouco da sua vida, mas também é muito gostoso ver o Canal Do Lado de Cá, o meu xodózinho, crescendo aos pouquinhos. Lá eu compartilho um pouco da minha vida nos Estados Unidos, o meu dia a dia no colégio e com a minha família. Também dou dicas para quem tem vontade de se mudar para cá ou só passear mesmo. Muitas meninas pedem dicas de maquiagem porque dizem que me maquio muito bem, mas o objetivo do canal é mesmo e ter conteúdo sobre fatos e dicas que possam, de alguma forma,   ajudar a quem esteja procurando saber um pouco mais sobre a cultura americana, falar sobre  o que se esperar quando estiver vindo para cá (por isso o nome “Do Lado de Cá“), mostrar o outro lado da minha vida, um lado mais americanizado (risos) que, por incrível que pareça, nem é tão americanizado assim. Se quiser conhecer mais um pouquinho da vida dessa carioca americanizada, visite o meu canal no YouTube clicando neste link.

Ao me mudar pra cá, não foi apenas uma mudança de país, cidade e idioma, mas uma mudança geral. A sua percepção em relação a tudo acaba mudando. Uma dica ou conselho que eu dou para quem tem vontade de se mudar para fora do Brasil é: “Venha com o coração aberto e com vontade de mudar, pois a mudança é inevitável. Se você insistir em se manter a mesma pessoa de sempre, sempre ali fechada no seu mundinho, achando que tudo o que as outras pessoas fazem é errado, discordando da forma com que elas fazem as coisas, fechada em seu círculo de amigos brasileiros, querendo fazer as mesmas coisas que você fazia no Brasil, enfim, se não estiver aberta à nova cultura que se apresenta, simplesmente não venha. Mudar de país é uma decisão muito importante da qual você só se dá conta quando chega aqui. Venha disposto a mudar, fazer coisas novas e a aceitar que as pessoas são diferentes, que as culturas são diferentes. Venha disposto a viver uma nova vida, começar de novo.”

Beatriz Souza

Silver Spring

Washington, D.C.

Silver Spring

Silver Spring

Washington, D.C.

Silver Spring

Washington, D.C.

Silver Spring

Washington, D.C.

Silver Spring

Washington, D.C.

 

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