Dicas para quem mora nos EUA Papo de Mãe

Dicas para quem vai ter bebê nos EUA

Vai ter bebê nos EUA? É a primeira gravidez, você não tem família por perto, não sabe muito bem como funcionam as coisas e está se sentindo sobrecarregada com tanta informação?

Então fique calma. Eu, que já tive 2 filhos por aqui, e a Juli (Juliana Crestani, de Mill Creek, Washington) que há 2 meses teve o seu primeiro bebê na América, reunimos algumas dicas para que as coisas fiquem um pouco menos “overwhelming” para você.

Escolhendo hospitais e médicos

Hospital, Médico Obstetra (OBGYN) e Pediatra

Aqui a grande questão é que, se você tiver seguro-saúde, provavelmente estará de alguma forma limitada aos profissionais e hospitais da rede do seu plano. Se este for o seu caso, talvez caia no mesmo processo que eu (abaixo).

  1. Verifique quais os hospitais da rede do plano de saúde sejam mais perto da sua casa (muito possivelmente tais informações estarão no site da seguradora em formato de busca).
  2. Pesquise depoimentos de pacientes que já tiveram partos nesses hospitais e a partir daí vá afunilando os resultados até chegar a um ou mais hospitais que sejam satisfatórios para você.
  3. Verifique quais os obstetras e pediatras da rede do seu plano de saúde atendem no hospital escolhido.
  4. Pesquise depoimentos de pacientes que já passaram por esses obstetras e pediatras (use os sites HealthgradesVitals e RateMDs).
  5. O melhor período para começar a procurar um pediatra é entre a 28a e a 34a semana de gestação. Agende uma consulta (“prenatal appointment”) com alguns dos pediatras selecionados para conhecer as clínicas, tirar todas as  suas dúvidas e ver com qual profissional você se identifica. Ao ligar para agendar a consulta, pergunte para a atendente se a visita será gratuita ou paga. Lembre-se que você não está à procura do melhor pediatra do mundo, mas sim daquele com o qual você se identifica. Para um checklist com as perguntas a serem feitas na consulta, clique aqui.

Itens de enxoval

Bebê-conforto e carrinho

Essa escolha pode ser bem desgastante se você não souber por onde começar. Primeiramente saiba que, em tese, todos os “car seats” são seguros, afinal, foram testados e aprovados antes de serem colocados no mercado. Mas existem, sim, alguns melhores e mais confortáveis do que outros. Antes de comprar seu bebê-conforto (car seat) e carrinho (stroller), pesquise as informações disponíveis nos sites ConsumerReports e Consumer Search. Você verá que os melhores do mercado não são necessariamente os mais caros. Leia sobre os melhores, pesquise preços pela Internet e tente conhecer o produto pessoalmente em lojas como Babies’R’Us. Pela minha experiência pessoal, comprar pela Internet acaba sendo o melhor negócio (muitas oferecem descontos ótimos, como a Albee Baby), mas antes você precisa saber o que está comprando — por isso a importância em ver o produto pessoalmente.

Ah, e esqueça tudo o que já ouviu seus amigos falarem sobre o uso de bebê-conforto e cadeirinha lá no Brasil. Quando estou no Brasil, é comum ouvir “pra quê cadeirinha? nós vamos só até ali na esquina”… ou “pra quê colocar a cadeirinha virada para trás? coitada da criança! vira para a frente, ela já é grande!”… “não precisa de cadeirinha não! aqui não tem polícia”… entre outros conselhos do gênero. Nos Estados Unidos a postura quanto a esse assunto é outra e você precisa seguir o que é feito aqui. Para fazer a coisa certa, a minha sugestão é simples: informe-se e mantenha-se informado! Algumas dicas:

  • Explore os sites CarsSeatsForTheLittles e The Car Seat Lady. Leia muito.
  • Inscreva-se em grupos que ensinam o uso correto e legal da cadeirinha, como CarSeatsForTheLittles.
  • Para se certificar de que o bebê-conforto ou a cadeirinha estejam instalados sem qualquer erro ou vício, leve o seu carro para verificação/inspeção por profissionais. Clique neste link para encontrar o local mais próximo a você.
  • Nunca compre bebê-conforto e cadeirinha usados, pois você não tem como saber se já estiveram em algum tipo de acidente.
  • Esteja sempre atenta à data de validade do bebê-conforto ou cadeirinha e nunca use se fora desse prazo de validade.

Bombinha de tirar leite

Nos Estados Unidos é lei: o seu plano de seguro-saúde deve cobrir o custo da bombinha de tirar leite, seja bombinha de locação ou uma nova (que será para sempre sua). O seu plano pode ter orientações quanto à bombinha ser manual ou elétrica, quanto à duração do aluguel, e quando você vai recebê-la (se antes ou após o nascimento). De qualquer forma, cabe a você e ao seu médico decidir o que é adequado para a sua situação. Assim, antes de sair por aí empolgada comprando bombinhas caras, ligue no seguro e pergunte sobre esta cobertura.

Caso você não tenha seguro, sugerimos fortemente que não se aventure a comprar uma bombinha usada, já que ela pode conter bactérias ou fungos nocivos para a sua saúde e de seu bebê.

Esterilizador de mamadeiras

Antes de investir dinheiro em um esterilizador de mamadeiras, verifique com o pediatra se será mesmo necessário esteriliza-las. Muitos pediatras aqui nos EUA dizem que não. À título de curiosidade, leia o nosso post “Não precisa esterilizar as mamadeiras!“. Mas, repito: é o seu pediatra quem terá a palavra final.

Banheira

Na sua procura por banheiras de bebês você já deve ter percebido que é difícil encontrar aquelas banheiras com suporte alto como vemos no Brasil. Por aqui, muitas são feitas para serem usadas tanto na pia da cozinha (elas vêm com um encaixe para isso) quanto dentro da banheira grande dos pais. É claro que você vai comprar a que achar mais confortável e também melhor para a sua casa. Mas, se você quiser se “americanizar”, talvez ache interessante o nosso post “Banho na Pia da Cozinha”. Quem sabe essa opção não seja ideal para vocês? De qualquer forma, é bacana conhecer.

Fraldas

Pesquise preços, começando pela leitura do nosso post “Preços de Fraldas e Outros Itens de Bebês“. Não saia comprando um monte de fraldas sem necessidade. Compre algumas tamanho recém-nascido e, se precisar comprar mais, as lojas estão logo ali na esquina para que você possa comprar mais e do tamanho adequado. Veja o que nos diz a Juli:

“Eu segui a recomendação das mamães Youtubers e comprei 160 fraldas de recém-nascido. Acabei comprando mais 100 depois. Mas isso depende do tamanho do seu bebê. Agora ele esta no tamanho 1, mas já estamos tendo vazamentos, então já comprei algumas do tamanho 2. Eu havia comprado 200 fraldas do tamanho 1, e acredito que não vou comprar mais.”

Roupas

Sabe aquelas listas de enxoval que encontramos aos montes fazendo uma busca pelo Google? Minha dica é: esqueça! Não use listas de enxoval brasileiras para se basear. Não somente nos Estados Unidos usamos alguns itens diferentes dos brasileiros, como também não precisamos sair às compras como loucos; a Carter’s está ali do ladinho para quando precisarmos!

Outra coisa que sugiro é que você guarde os recibos de todas as compras. Isso porque nem tudo o que compramos acaba sendo usado, principalmente roupas. Ainda bem que na América temos a vantagem de poder devolver e receber nosso dinheiro de volta. Façamos valer o nosso dinheiro!

Mas se você está perdida e precisa de uma lista para ter por onde se basear, a Juli pode te ajudar contando a experiência pessoal dela:

“Em relação a roupas e fraldas, eu compro basicamente pela Amazon, na loja da Carters no outlet próximo de casa e, na loja Marshalls. Pela Amazon, nós fizemos a assinatura do “Amazon Prime“, a qual nos proporciona descontos ótimos em roupas (nas trocas de estação) e nas fraldas e lenços umedecidos (categoria “open-box”). Como meu bebê nasceu recentemente, vou deixar abaixo uma lista de tudo o que foi realmente útil para nós nestes 2 primeiros meses, e que eu compraria novamente se tivesse outro filho (somente para os primeiros meses):

-Body (onesies): 4 (RN) 10 (0-3 meses)

-Macacão/tip-top/sleep and play: 4 (RN) 6 (0-3 meses)

Obs: Siga o clima de sua região. Meu filho nasceu em abril e no estado de Washington ainda estava fazendo frio, então comprei todos “body” e macacões compridos (e alguns macacões de malha mais grossa). Se você mora em lugares mais quentes, compre roupas curtas, mas se você estiver usando ar condicionado, compre alguns compridos também. Lembre-se que o bebê praticamente não sai de casa no primeiro mês.

-Luvas: 3 pares

Obs: Não consegui deixar meu bebê de luva, sempre caía. Eu acabei usando somente o body com proteção de mão. Isso ajudou muito nas primeiras semanas, pois não tinha coragem de cortar a unha dele, eu só lixava. 🙂

-Meias: 6 pares (0-3 meses)

-Calças: 2 (RN) 6 (0-3 meses)

-Toucas:  Depende do clima da sua região, mas eu compraria somente 4 (0-3 meses)

-Toalha de banho:  no mínimo 3, com touca. E quanto maior, melhor.

-Mantas (muslins): 6 (tamanho grande)

Obs: Acabei comprando 4 mantas de tecido de fralda “Aden and Anais“, do tamanho grande e simplesmente amei. Foi a melhor compra que fiz. utilizei para fazer o “charutinho” quando ele era menor e agora uso para cobrir a cadeirinha e o carrinho, também uso para cobrí-lo quando amamento em público; são simplesmente perfeitas e eu recomendo fortemente. Agora que ele está maior, já quero comprar um cobertor da mesma marca, o qual pode usar no calor e no frio.

-Cobertor: 2

-Panos para limpeza geral: 20 (tecido de fralda, vários tamanhos)

Obs: Uso para dar banho, para fazer arrotar, para cobrir os lugares onde coloco ele, limpar a mão/boca.”

Outros produtos:

Para conhecer as minhas sugestões pessoais de produtos que comprei e usei (ou ainda uso), leia o post “O que comprar para o bebê nos EUA“.

Usado ou novo?

Há muitos itens que serão usados tão pouco que talvez compense comprar usados, ainda mais se o seu budget estiver apertado. Se ainda assim preferir comprar itens novos, fica a sugestão de revenda depois do uso (Craigslist, garage sale…), assim você consegue recuperar parte do dinheiro gasto.

A Juli diz:

“Eu não tive o privilégio de ter um “chá de bebê”, portanto tivemos que comprar TUDO. Para economizar, eu fiz uma lista do que eu queria comprar e quanto tempo o bebê iria usar, para saber se compensava comprar novo ou usado. Na minha cidade tem 2 lojas de coisas usadas de bebê. Acabei comprando o moisés, o “swing” e o “bouncer usados e não me arrependi, pois o swing quase não foi usado até o momento (meu bebê não gosta) e o moisés ja esta no limite (meu bebê esta enorme e vai pro berço logo). Só com esta compra de usados eu já economizei muito.” 

Preparando-se para o nascimento

Cursos e tour pela maternidade

Não cheguei a fazer cursos relacionados a parto porque o meu acabou sendo cesária, mas tenha em mente de que partos normais são a regra nos Estados Unidos (cesária é exceção médica, e não uma escolha da paciente). Para passar pela experiência de parto normal, sugiro fazer algum tipo de curso. O único que fiz foi sobre amamentação e recomendo bastante. Também fiz um tour pela maternidade. O tour teve agendamento prévio (não dá pra chegar sem avisar e falar “oi, vim fazer um tour”). No dia do tour fiquei conversando com a enfermeira por 1 hora e também preenchendo e assinando incontáveis papeis para deixar tudo pronto para o dia do parto (no grande dia não há nem tempo nem cabeça pra ficarmos assinando papeis, né?). Aproveite este momento para perguntar tudo o que a enfermeira puder responder sobre parto, instalações da maternidade, etc, etc (e ela poderá responder bastante coisa, então já vá fazendo a sua listinha de perguntas!).

Agora, os conselhos da Juli:

“Faça os cursos que seu obstetra lhe indica e, faça um “tour” pela maternidade onde você terá o bebê. Meu marido e eu acabamos fazendo somente o curso preparatório para o parto e o tour pela maternidade. Depois que ganhei o bebê, senti muita falta do curso de cuidados com o recém-nascido e do curso de amamentação. Antes do nosso filho nascer, eu não pensava que seriam cursos úteis, principalmente porque eu já havia cuidado de crianças antes e, meu marido é pai de gêmeos. Engano nosso! Agora eu sei que uma coisa é voce cuidar do filho dos outros, e outra bem diferente é voce cuidar do seu próprio filho. Então eu recomendo fortemente estes cursos!”

Para evitar surpresas nas cobranças médicas

Às vezes as coisas não vão como planejamos e no último minuto ficamos sabendo que uma cesária será necessária. Esteja preparada. Antes de passar pelo procedimento, peça ao seu cirurgião uma lista de todos os médicos e instalações hospitalares que serão/poderão ser utilizados. Veja com a sua seguradora os nomes mencionados estão na lista de fornecedores “in-network”. Entre em contato com os médicos e instalações que não forem “in-network” e peça uma estimativa dos valores pelos quais você ficará responsável. Isso minimizará surpresas na hora da cobrança.

Mala-maternidade

Mais uma vez, não se baseie em sites brasileiros quando o assunto é preparar a mala para ir para a maternidade. Consulte o seu hospital e veja o que eles fornecem, pois muitos dão itens de higiene (inclusive, absorventes), calcinhas, camisas para os bebês e outros tantos itens que você não precisa se preocupar em colocar na mala.

Leia como foi a experiência da Juli:

“No meu caso, eles pediam para levar somente uma roupa para o bebê e uma para mim, só para a saída do hospital. Nada de produtos para a minha higiene, ou do bebê. Eu não segui as regras do hospital e fiz as malinhas, as quais voltaram quase intocadas para casa (somente as coisas que preparei pro meu marido foram utilizadas). 🙂 Durante os dois dias que ficamos internados, eles nos deram roupas e produtos de higiene pessoal. Antes da saída, recebemos um “kit de sobrevivência” para a primeira semana com o bebê, com fraldas, produtos para auxiliar na amamentação, toucas, mantas, etc.”

Preparando as refeições

Aqui é difícil termos ajuda de parentes ou empregada para preparar as refeições enquanto temos que cuidar do bebê recém-nascido. As americanas geralmente preparam as refeições nas semanas antecedentes ao nascimento e colocam as porções no freezer. Depois que o bebê nasce e você está na correria, é só tirar a comida do freezer e colocar no forno. Ajuda muito!

Circuncisão

Como a família do meu marido é americana, eu sempre soube que a circuncisão seria tratado como um procedimento natural, por ser bastante normal entre meninos nos Estados Unidos. Como não era algo normal para mim, pesquisei muito sobre o assunto antes de tomar uma decisão. Para vocês terem uma ideia, quando meu filho mais novo nasceu, o médico me contou que havia 20 meninos na maternidade e 19 deles foram circuncidados. O profissional responsável pelo procedimento vai variar de hospital para hospital, mas quem fazia a circuncisão ali era o próprio obstetra. Há lugares em que o responsável é o pediatra. Se preferir, a mãe pode optar por levar o filho numa clínica especializada em urologia pediátrica quando sair do hospital. Mas a maioria das mães decidem fazer ali mesmo na maternidade, após o nascimento.

Vejamos qual foi a experiência e quais os conselhos da Juli, brasileira, casada com brasileiro:

“Se você será papai e mamãe de menino, se informe direitinho sobre a circuncisão. Esta é uma pergunta que seu obstetra fará para você antes do nascimento do seu filho. Antigamente, a Associação Americana de Pediatria recomendava a circuncisão de meninos no dia do nascimento, mas atualmente isso mudou e não é mais uma recomendação, passou a ser optativo. Mesmo assim é uma cultura americana que deve ser respeitada. Como para nós brasileiros, isso não é comumente oferecido, eu fiquei um pouco chocada quando me fizeram esta pergunta. Eu não esperava! Mas nada que uma boa pesquisa não ajude plenamente nesta escolha. Outra coisa que descobri, é que isso é uma polêmica nos EUA e, existem pessoas com opiniões extremistas sobre o assunto. Portanto, quando for pesquisar, veja os prós e contra com cautela e decida o que você achar que é o melhor para o seu filho.”

Livros, redes de apoio e YouTubers

Dicas da Juli!

“Busque por uma rede de apoio pela internet, através de sites especializados em gravidez. Eu fiz uma inscrição no Babycenter e no TheBump, e fui “acompanhada” por toda a gravidez com dicas semanais muito úteis. No Babycenter, você pode acessar comunidades específicas, tais como as relacionadas ao mês do nascimento do seu filho, ou de amamentação, e você pode receber diariamente, no e-mail, as dúvidas de outras futuras mamães, as quais acabam sendo suas também. Essas comunidades me ajudaram muito durante toda a gravidez, pois tem coisas que ninguém te conta que acontecem neste período.

Para as gravidinhas brasileiras nos EUA, eu recomendo 2 livros muito legais, os quais foram recomendados pelo pediatra do meu filho: “The happiest baby on the block – Harvey Karp, MD” e “Heading home with your newborn: From birth to reality – Laura A. Jana, MD, FAAP and Jennifer Shu, MD, FAAD”.  Estes livros, além de esclarecerem dúvidas básicas que temos com um recém-nascido, me mostraram coisas diferentes do que aprendi no Brasil, e que ajudaram muito no dia a dia com o bebê.

Mamães Youtubers que recomendo: Flavia Calina (brasileira que mora nos EUA – videos em português); Mama Natural (inglês); Anna Saccone (inglês); steffiethischapter (inglês); Someday Mama (inglês); Lu Ferreira (brasileira, mora no Brasil, mas compra muitos itens no exterior – português).

Nomes

Se o seu filho (ou filha) vai nascer e viver nos Estados Unidos, mas com um pezinho no Brasil, a minha sugestão é de que o nome dele (ou dela) tenha uma pronúncia fácil em ambos os países. Pense em como o seu filho se sentiria tendo que ficar explicando pronúncia e soletrando nome a vida inteira. Eu, por exemplo, gostava muito do nome Nathan para o meu primeiro filho, mas ele acabou saindo da lista de opções quando percebi que no Brasil seria necessário explicar que a pronúncia correta era “Nêitãn”, e não “Natãn”, além de ter que soletrar. Pra quê dificultar se posso facilitar, certo? Veja esta lista de 150 Nomes de Bebês Inglês-Português e se inspire.

Nasceu!

Cápsula do Tempo

Que tal “congelar” esse momento no tempo, guardando lembrancinhas do dia e ano do nascimento do seu filho? Clique no link e conheça a ideia da Cápsula do Tempo.

Onde e como o bebê vai dormir?

Antes de nascer, fazemos vários planos, idealizamos, arrumamos o quartinho… Mas depois que o bebê nasce, algumas coisas acabam mudando e é bom que estejamos preparados para fazer a coisa certa.

A primeira coisa a saber é esta recomendação da Academia Americana de Pediatria:

“O bebê deve dormir no mesmo quarto que os pais, mas não na mesma cama (dividir o quarto, mas não a cama).”

E quando você for assinar as dezenas de papeis na maternidade, estará reconhecendo que compreende esta recomendação e que assim a seguirá. Até quando? Segundo as minhas pesquisas, até que a criança atinja os 6 meses de idade, mas confirme com o seu pediatra; depois disso, ela pode dormir no quartinho dela. Tudo isso para que o risco de Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI) seja diminuído.

Porém, se você decidir deixar que o seu filho durma na mesma cama que você, LEIA OS 3 LINKS ABAIXO para se assegurar de que isso seja feito da melhor maneira possível.

E antes que eu me esqueça…. PARABÉNS, MAMÃE! PARABÉNS, PAPAI! Let the adventure begin! 🙂

 

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1 Comment

  • Reply
    O que comprar para o bebê nos EUA | Descobri a América!
    09/08/2016 at 15:19

    […] Dicas para quem vai ter bebê nos EUA | Descobri a América! em Não precisa esterilizar as mamadeiras! […]

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