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Como é morar em Sunnyvale, California

AVISO: NESTE BLOG NÃO APOIAMOS E NEM DISCUTIMOS QUALQUER TIPO DE SITUAÇÃO ILEGAL DE ESTRANGEIROS NOS ESTADOS UNIDOS.


Quer saber como é morar em Sunnyvale (Califórnia), no famoso Vale do Silício, região que abriga as sedes das maiores empresas mundiais de tecnologia, como Facebook, Yahoo, Microsoft, Apple e tantas outras? De quebra, quer conhecer uma história positiva e inspiradora sobre uma brasileira que enfrentou grandes dificuldades (a começar pela barreira do idioma), mas perseverou e venceu? Então este é o post certo pra você. Leia até o final, pois garanto que valerá a pena.

Sunnyvale

Quem escreve o texto abaixo é a Leide Veloso, residente em Sunnyvale, uma cidade no estado da Califórnia que em 2015 contava com 151.754 habitantes, segundo o United States Censos Bureau. Sunnyvale fica no Condado de Santa Clara, também conhecido como o Vale do Silício, onde também estão localizadas cidades como Mountain View, Palo Alto, Cupertino, San Jose, Santa Clara, entre outras. Como podem verificar no mapa acima, fica no extremo sul da Baía de San Francisco.


Sunnyvale, Califórnia

Quem sou e como vim parar aqui

Meu nome é Leide Veloso, sou mineira de Montes Claros e há 3 anos moro em Sunnyvale, na Califórnia.

Meu marido é engenheiro de software e trabalhava para o Yahoo Brasil quando, em 2013, recebeu uma proposta para ser transferido para a sede do Yahoo aqui na região do Silicon Valley. Aceitamos a oferta e nos mudamos para Sunnyvale em maio do mesmo ano. Por termos vindo como transferência, a mudança foi bem tranquila. Escolhemos morar em Sunnyvale por ser perto do Yahoo (moramos a apenas 10 minutos da empresa).

Cursei a faculdade de Direito até o quarto ano no Brasil, mas infelizmente (ou felizmente) não consegui me formar devido à nossa mudança pra cá. Decidi trancar a faculdade porque, mesmo se formada em Direito, chegando aqui eu não conseguiria exercer a profissão, já que o sistema de ensino dos Estados Unidos  é completamente diferente do Brasil.

Aulas de inglês e determinação

Eu tinha certeza que não seria fácil começar do zero em outro país onde eu sequer sabia falar a língua, mas nunca tive medo de tentar e de lutar pelo que eu queria. Sim, quando me mudei pra cá, eu não sabia uma palavra de inglês! Na verdade, eu sabia dizer “thank you” e  “sorry, I don’t speak English” (essa foi a frase que mais usei aqui — risos). No Brasil, nunca frequentei escolas de idiomas e só estudei inglês em cursos regulares das escolas brasileiras. Primeiro porque eu não gostava da língua e segundo porque eu achava que não seria útil  na minha profissão (não sei em qual mundo eu vivia!). Quando cheguei aqui, tive que ir para a escola de alfabetização como uma criança quando está aprendendo o ABC e os dias da semana.

Os seis primeiros meses foram extremamente díficeis.  Sou muito comunicativa, mas sem falar inglês eu não conseguia sequer conversar com alguém no supermercado. Mesmo com todas as dificuldades encontradas eu nunca desisti. Devo isso muito ao meu marido, que sempre esteve ao meu lado me apoiando em todos os momentos difíceis.  Eu digo que, quando você decide (re)começar a sua vida em outro país, é preciso ter um objetivo e ter 100% de certeza do que você realmente quer para a sua vida, caso contrário você desiste antes do início.

Começando uma faculdade “do zero”: como funciona o sistema americano

Sempre quis cursar uma faculdade nos Estados Unidos e, como sempre fui uma pessoa muito determinada, trilhei o meu caminho. Um ano depois, meu inglês já tinha melhorado e resolvi fazer o teste do “College”. College, aqui nos Estados Unidos, digamos que se refere aos dois primeiros de faculdade. São aqueles dois primeiros anos de “educação geral”, similar aos primeiros anos no Brasil onde temos matérias como Filosofia, História, Inglês, Artes, Matemática, Ciências, Línguas…

Muitas faculdades exigem que você tenha um segundo idioma. No meu caso, o Português não contava  porque, por mais que seja a minha língua nativa, eu precisaria de certificados, ou seja, de frequentar uma escola de Português (o que aqui não tem). Então fiz aulas de Espanhol.

Aqui temos a opção de dividir o tempo. Você estuda dois anos de “educação geral”, que inclui essas matérias gerais que já mencionei acima e os pre-requisitos do seu curso/faculdade. Por exemplo: se o seu curso é Engenharia da Computação, além dos cursos gerais, você terá que fazer os pre-requisitos que envolvem muita Matemática, Física, Química, e computação em geral.  Quando você completa 90 créditos (mais ou menos 25 matérias), então você faz o “application” para transferir para a Universidade e lá você estuda mais dois anos até se formar. Claro que esse tempo depende do curso que você vai escolher e de quantos créditos você vai pegar por semestre ou trimestre (você pode escolher quantos créditos quer fazer).

Alguns cursos aqui, como por exemplo, Direito, Medicina e Odontologia são diferentes do Brasil. Você não pode entrar direto como no Brasil; não temos a opção de fazer um vestibular para Medicina e já começar o curso. Se você quer cursar umas dessas faculdades aqui, primeiro precisa ter uma formação (que são 4 anos de faculdade) para só depois poder fazer a prova. Por exemplo, se você quer fazer Medicina, a maioria das pessoas se forma em Biologia primeiro para só então prestar a prova para Medicina, que é super díficil. Além da prova em si ser difícil, você precisa ter uma excelente nota em toda a sua vida escolar. Digamos que você precisa ser um aluno nota A, alguém que sempre tirou mais de 93% em todas as suas matérias (o famoso GPA). E além disso você precisa fazer horas de trabalho voluntário (trabalho voluntário aqui conta pra tudo, tudo mesmo). Digamos que eles fazem uma avaliação geral da sua vida para verificar se você merece a vaga. Se você passar, ao todo você levará aproximadamente 12 anos para se formar como médico.

Isso vale para Direito também, mas neste caso  você escolheria se graduar em uma faculdade de Humanas, por exemplo (não é uma regra, mas são as áreas que te preparam melhor). Depois, faria o “application” para a faculdade de Direito, estudaria mais 3 anos e tentaria a prova da OAB, que aqui é chamada de BAR. Bom, esse assunto é super longo, ficaria horas escrevendo e ainda faltaria coisas.  Me coloco à disposição se alguém quiser mais infomações.

Voltando ao meu caso, eu decidi que não estudaria Direito nos Estados Unidos. Primeiro pelo tempo, segundo porque eu não sinto a mesma paixão pelo Direito igual eu tinha no Brasil. Não sei explicar. No Brasil eu gostaria de atuar na area pública para ajudar pessoas carentes. Aqui o sentimento é diferente. É claro que nos Estados Unidos também há pessoas carentes, mas alguma coisa mudou em mim. Então, depois de muito pesquisar, decidi que eu gostaria de ser Terapeuta Ocupacional (diferentemente do Brasil, a Terapia Ocupacional é uma área excelente, em todos os sentidos). Mas como este curso é considerado nível de Mestrado, também não posso entrar direto e preciso de uma graduação. Foi aí que decidi estudar Psicologia e depois fazer o Mestrado. Ainda não sei para qual faculdade transferir, se a University of California (Berkeley) ou a Universidade de San Jose.

Atualmente estou terminando meus dois anos de College em Psicologia. Já consegui, por exemplo, acabar todos os níveis de Inglês exigidos para transferência, que nesse caso é o Inglês acadêmico, dois níveis depois do avançado (hoje já consigo dizer mais que “Hello” — risos). Não foi e não está sendo fácil. A faculdade aqui é muito diferente do Brasil. Aqui, além de estudar muito no College, chegando em casa você ainda estuda mais ou menos seis horas por dia, todos os dias! É muita coisa para entregar no próximo dia. Além disso, a pressão é muito grande por causa do GPA (clique aqui para saber mais sobre o GPA). Você precisa ter um GPA muito bom para ser aceita em uma boa Universidade. Estou conseguindo manter o meu GPA em 4, que é o mesmo que uma nota 95 a 100 no Brasil em todas as minhas matérias. Mas, para isso, eu preciso sacrificar muita coisa na minha vida: passeio com amigos, esposo, cuidar de casa, de mim, etc. Você precisa estar muito focado. Por várias vezes esse estresse todo já se manifestou na minha pele em formas de bolhas. Foi muito difícil. Mas se você quiser ser alguém aqui, não tem muita escolha: tem que ir à luta; tem que fingir que você tem 17 anos ( já fiz isso aqui várias vezes – risos) e ter a mesma energia da turma.  Não pode pensar na sua idade ou nos desafios pela frente. Você tem que “caminhar”.

Adaptação à cultura americana

Quanto à cultura americana, digamos que me adaptei super bem. Claro que há coisas com as quais ainda não me acostumei, como por exemplo ter que jantar às 19h00 porque a cozinha do restaurante fecha às 22h00, ou então quando o garçom te pergunta o que você quer sem ao menos você ter olhado o cardápio ou sentado, e a conta chega sem você pedir. Eles te expulsam mesmo (“não vai ficar ocupando a mesa à toa”).

Uma coisa que me encanta é a cultura da preservação ambiental, do verde, de não jogar lixo nas ruas, de plantar árvores e cuidar delas, ao invés de derrubar para fazer prédios (o que aqui é quase proibido).

Também adoro essa coisa de poder comprar e depois poder devolver o produto caso não tenha gostado (recebendo o dinheiro de volta). Você não precisa nem justificar a devolução. Isso sim, é um sonho!

Os americanos são super gentis e educados, e digamos que honestos (pelo menos ao que tudo indica), mas também são bastante individuais. Não gostam de muito “grude” igual os brasileiros. Sempre tive essa visão deles e depois que me mudei, só confirmei a minha opinião.

Como é morar em Sunnyvale, CA

Digamos que em Sunnyvale há uma grande diversidade de pessoas. Como a maioria das empresas de tecnologia estão concentradas aqui no Vale do Silício (Facebook, Yahoo, Google, HP, e muitas outras), os moradores tendem a ser imigrantes (predominantemente asiáticos) que vem pra cá com a família para trabalharem nessa área. Também há muitos mexicanos, mas os que vejo geralmente trabalham em construções ou restaurantes. Até no College o número é bem pequeno.

O número de estudantes (nacionais e estrangeiros) também é grande devido ao fato de excelentes faculdades como Stanford, Universidade da Califórnia, etc, estarem localizadas aqui. Novamente, a maioria é asiática. A faixa etária é de 18 a 23 anos.

O custo de vida nesta região é altíssimo, o mais alto da Califórnia (se não me engano, só perde para New York em todo o território dos Estados Unidos). Tem muito dinheiro rodando nesta área e costumo dizer que é daqui que saem as maiores “invenções” do mundo. Todos os grandes nomes da Tecnologia estão sediados nesta área, o que atrai um grande número de pessoas, o que faz o custo de vida subir. Para vocês terem uma ideia, um apartamento de 1 quarto custa em média $2,500 (dois mil e quinhentos) dólares. E não é apartamento de luxo! E, por incrível que pareça, estão sempre ocupados. Para comprar uma casa em uma região escolar boa, você precisa desembolsar, em média, $1 milhão de dólares e ainda precisa gastar mais uns $100 mil dolares  para reforma-la. Um absurdo!

Morar aqui tem seus pontos positivos, entre eles tranquilidade, segurança, boas escolas, clima super agradavél tanto no inverno como no verão (no verão faz, em média, 28 graus e no inverno a média da temperatura é de 8 a 10 graus). Pontos negativos de morar nessa área começam pelo custo de vida que é fora do normal, como mencionei acima. Segundo, o transporte público não ajuda muito. Você precisa de um carro ou então tem que estar disposto a andar em média 20-30 minutos para pegar um ônibus ou um trenzinho, para ir pra algum lugar.  E mais, a maioria dos ônibus passam a cada 30 minutos e geralmente te deixam distante do seu ponto final.  Ou seja, você vai precisar pegar dois ônibus, dependendo de onde queira ir. Quase não vemos pedestres nas ruas. Por outro lado, há muitos ciclistas, o que acho uma coisa muito legal dessa região. As pessoas realmente deixam o carro em casa e vão trabalhar de bike. Ouvi dizer que até mesmo o Mark Zuckerberg vai trabalhar de bike ou a pé (qualquer dia paro ele pra pedir um autógrafo — risos).

Aqui na região de Sunnyvale, Mountain View, etc, não tem muita coisa para se fazer. A maioria dos programas são restaurantes. Tem festivais de música, comida e a Oktoberfest que acontece uma vez por ano. Nos finais de semana a grande maioria das pessoas vão a San Francisco, que fica a 45 minutos daqui ou então para as praias ao redor como Santa Cruz, Carmel, Monterey etc. Como sou estudante, não tenho muito tempo para sair nos finais de semana. Meus programas geralmente são por aqui mesmo, como um restaurante, piscina, churrasco no parque ou na casa com os amigos.  Quando tenho uma folga no College , consigo aproveitar mais. Adoro praia! Uma pena que a água daqui é super gelada (então é só curtir a paisagem mesmo).

Alguns lugares legais pra visitar nesta área são os museus. O museu de Stanford, por exemplo, é lindo.  Mas como eu disse, por ser uma cidade pequena, sempre levo minha família e meus amigos a San Francisco, Carmel, Napa Vallley. São cidades lindíssimas aqui do lado que todo mundo precisa conhecer. San Francisco tem muitas coisas legais para fazer e teríamos que ter um post dedicado só para falar dessa cidade. Carmel é a minha cidade favorita, super romântica, parecendo que veio dos contos de fadas. Um sonho! Quando eu me aposentar, quero morar lá. 🙂  Napa Valley é a famosa Região dos Vinhos, lugar lindo e com vinhos deliciosos. Todas elas ficam bem pertinho daqui.

O número de brasileiros nesta área é relativamente grande. Temos contato com vários brasileiros e nosso grupo de amigos é relativamente grande. Sempre nos reunimos para fazer alguma coisa e isso torna a adaptacão mais fácil.

Por aqui só tem dois mercadinhos brasileiros/Português: o  Sousa’s Wines & Liquor e o Bacalhau Grill. São relativamente pequenos, mas dá pra matar um pouco da saudade do Brasil. Também tem restaurantes brasileiros como a churrascaria Fogo de Chão, o Taurinos, entre outros menores.

O que mais sinto falta do Brasil? Nossa, essa é uma pergunta díficil porque eu sinto falta de quase tudo. Eu amo o Brasil então eu sou suspeita pra falar. Mas escolhendo alguns pontos, sinto falta da minha familia e dos meus amigos, claro!! Todos os dias. Não é fácil viver longe. Mas tento conviver com a saudade. Segundo, sinto muita, mas muita falta da comida brasileira. Sou de Minas, modéstia à parte o estado com a melhor comida do Brasil. 🙂 Sinto falta daqueles bolos feitos nos fornos da minha mãe, roscas, biscoitos, etc. Sinto falta de chegar em uma padaria e pedir um café preto, café de verdade e não água com gosto de café como os daqui, um pão com manteiga na chapa, um bolo de fubá e até uma coxinha ou uma torta de frango com palmito.  Pode vir tudo junto mesmo, seu moço!  Sinto falta da comida, em geral. Quando me mudei pra cá, fiquei dois anos sentindo dores e mais dores de estômago e fui parar na emergência por 5 vezes por causa dessas dores. Intolerância que até hoje não descobri de quê. Parece que eles colocam conservantes até na água. Só melhorei depois que comecei a fazer mais comida em casa.  Terceiro, sinto falta da vida social do Brasil. Antes de me mudar para Sunnyvale,  eu morei 3 anos em São Paulo e lá tinha muita coisa legal para fazer à noite. Sinto falta dos bares da Vila Madalena e também das pizzas de São Paulo (que tem as melhores pizzas do Brasil). E por último (claro que minha lista é enorme, mas já que tenho escolher para o post não virar um livro…), sinto falta das praias quentes e de poder entrar no mar (não é pedir demais, é?).

Mesmo sentindo tanta falta do Brasil, não sei se eu voltaria a morar lá (vontade não me falta). É que, como queremos ter filhos, a questão da segurança e educação contam muito. Infelizmente, o Brasil não seria uma boa opção. Mas só o tempo para dizer!

Se eu puder dar um conselho para alguém que queira vir morar aqui é: estude Inglês antes de vir! Venha pelo menos com o nível intermediário, pois isso facilitará muito a sua vida. E se você pensa em fazer faculdade no Brasil e depois se mudar para cá, se prepare porque o processo de validação é longo. Como falei lá no início do post, você precisa estar determinado de verdade. Prepare-se financeiramente tanto se você pretende fazer faculdade aqui como se pretende estudar Inglês, pois as escolas são muito caras. E tenha a mente aberta: você vai ter que conviver com diferentes tipos de culturas. Outra coisa é: esqueça o jeitinho brasileiro; isso aqui não existe. Por último, prepare-se para trabalhar muito. O sonho americano não é lindo como aparece nas revistas.

Leide Veloso

Sunnyvale

Sunnyvale

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17 Comments

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    Luiz OIiveira
    16/10/2017 at 09:52

    Olá Leide. Muito bom seu post. Dá para ter uma real ideia de como é morar em Sunnyvale, CA. Estou com uma provável oportunidade de também ir morar com a minha família ai, e a empresa fica em Sunnyvale mesmo. Sou eu, minha esposa e dois filhos. Como sei que o custo de vida é muito alto, existe alguma cidade próxima mais barata, ou “menos cara”? E que, como dizem os americanos, o commute” não seja muito demorado. Muito obrigado. Luiz.

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