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Nossa Visão

Entendo que todos podem tirar vantagem dos novos conceitos que ensinamos, principalmente os sons do alfabeto, pronúncia e entonação. O novo aprendizado muda completamente a forma como passamos a ler e a falar as palavras em inglês. O americano passa a não achar o seu sotaque difícil de entender e a comunicação começa a fluir. Seu chefe já não pega mais no seu pé, você consegue relaxar antes de pegar no telefone para falar em inglês, e se comunica melhor com os estrangeiros em geral. Com prática, disciplina e imersão, podemos dar um "up" na sua auto-confiança e em seu relacionamento com pessoas de outras nacionalidades, principalmente os americanos.

Nossa História

Desde muito nova as pessoas me elogiavam pela minha pronúncia. Falar a "música do inglês" sempre foi bastante natural para mim, que estudava atentamente (e anotava) como as palavras e frases eram faladas nos filmes e canções. Fui apurando os meus ouvidos e aprendendo. Ao chegar nos Estados Unidos, já fluente em inglês, fui estudar Pronúncia e Entonação e me dei conta de que nada daquilo era ensinado nas escolas de idiomas brasileiras. As pessoas no Brasil começaram a me pedir para ensina-las a se comunicar melhor, mas minha agenda não permitia, pois eu já estava super ocupada com meus alunos chineses. Mas em fevereiro de 2019 decidi atende-las e cá estou!

Entrevista com a Teacher Carol

1) Você fala fluentemente esta língua por causa de suas origens ou porque um professor te motivou a aprendê-la?

Meus primos foram morar no Canadá com os pais quanto tinham aproximadamente 4 e 6 anos. Nas primeiras férias que vieram passar no Brasil, já falavam inglês da mesma forma que falavam português. Na verdade, falavam apenas inglês entre si! Isso me deixou muito intrigada, mas acima de tudo, fascinada. Eu tinha apenas 6 anos, mas pedi para a minha mãe me ensinar a falar inglês também. Lembro até hoje que minhas primeiras palavras foram “dog", “cat", “flower”, "house”. A partir de então, fui aprendendo sozinha. Lia livros, revistas… assistia todos os filmes em fita VHS que eu podia alugar na locadora… traduzia as músicas da Madonna e imitava o que ela cantava, com o mesmo ritmo, mesmos movimentos de boca, mesma melodia… falava comigo mesma em inglês em frente ao espelho… sentava no sofá quando não tinha ninguém em casa e me “entrevistava” em inglês… lia em voz alta… ficava amiga de todo e qualquer gringo que aparecesse na cidade… Enchia as professoras de inglês da escola com mil perguntas em todas as aulas (mas era a preferida das professoras, pois participava das aulas, fazia todas as tarefas de casa e tirava nota máxima em todas as provas)… Para não falar que não fiz aula em escola de idiomas, aos 15 anos me matriculei em escola de inglês britânico, mas lá fiquei por apenas um ano. Enfim, eu respirava inglês! Aos 19 anos eu já falava bem o idioma, porém ainda com alguma deficiência na fluência porque não tinha com quem praticar. Nesse ano fui morar com meus tios, que haviam voltado do Canadá. Com eles fiquei por 2 anos e meio e tive a oportunidade de praticar inglês todos os dias, pois meus primos se comunicavam em inglês, e as conversas nos jantares só eram levadas em inglês. Para participar, tive que falar! E assim meu inglês se fortificou de tal forma a chegar à fluência. Em 2003/2004 morei no Canadá. Em 2008 fui trabalhar em empresa americana em São Paulo, onde era a responsável por traduções e comunicações do departamento com as filiais em outros países (em inglês, óbvio!). Em 2012 me  mudei para os Estados Unidos onde moro até hoje. Tenho cidadania americana e brasileira, e muita gente por aqui fica super surpresa quando digo que nasci no Brasil. 🙂

2) Cite uma pessoa (da atualidade, histórica ou fictícia) que, na sua opinião, representa bem a cultura da língua que você ensina.
É difícil… Quando penso em Estados Unidos, tantas pessoas passam pela minha cabeça! Desde Abraham Lincoln e George Bush, a Madonna e Michael Jackson.
3) Existe alguma palavra, expressão ou tradição típica que você goste particularmente?
Natal! Os americanos amam Natal e não poupam na decoração. Adoro o clima natalino por aqui. Só não gosto de quando algumas famílias aderem ao exagero do consumo, o que não é incomum.
4) Por qual motivo aprender esta língua é importante (seja no âmbito escolar, profissional ou pessoal)?
Inglês é um idioma universal. Se você sabe falar inglês, conseguirá se comunicar em praticamente qualquer lugar do mundo. A terceira língua mais falada no mundo, depois do Mandarim e do Espanhol, é o inglês. No âmbito pessoal, falar inglês significa ter o mundo de portas abertas para você. No âmbito escolar, significa a oportunidade de cursar um Mestrado, Doutorado… No âmbito profissional, significa aumentar a rede de contatos dentro da empresa, aumentar as chances de promoção, aumentar salário, poder ser realocado para um país onde se exija o idioma, e tantas outras vantagens!

5) Qual a maior dificuldade no aprendizado desta língua e o como contornar este obstáculo?
Na minha opinião, a maior dificuldade de aprender inglês, NO BRASIL, é devida ao fato de que as escolas de idiomas brasileiras não ensinam que cada letra tem um som, que a leitura começa na combinação dos sons, que o inglês tem uma melodia, um ritmo, uma cadência… Enfim, não ensina entonação (estou generalizando as escolas, ok? deve haver exceções). Então a pessoa fica 10, 15 anos aprendendo inglês na escola, chega até a aprender gramática, interpretação de texto e tal, mas na hora de falar ela “trava”. A auto-confiança some quando o aluno percebe que o estrangeiro não está entendendo o que ela está falando. E isso acontece justamente porque o aluno não foi ensinado a falar com a melodia e o ritmo ao qual o americano está acostumado a ouvir desde bebezinho. Aí a auto-confiança do brasileiro vai lá embaixo e ele sente que nunca vai conseguir sair daquele ponto. Mas, calma! Com a Teacher Carol podemos aprender sobre pronúncia, entonação e muito mais! Juntos conseguimos recuperar essa auto-confiança, garanto!  😉
6) Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou as aulas particulares?
Posso compartilhar uma gafe muito comum entre brasileiros que não sabem distinguir entre os sons que o alfabeto inglês tem. Eu tinha 19 anos quando fui para o Canadá pela primeira vez. Estava muito nervosa, as palavras não saíam… Fui num bar com minha prima e pedi a única bebida que eu conhecia no cardápio: "Sex On The Beach". Só que a garotinha aqui, como estava nervosa, ao invés de pronunciar o “ea” de “beach” da forma correta, acabou falando um “Bitch”, que é uma palavra muito, muito feia. O garçom ficou me olhando espantado, até que minha prima foi me socorrer e falou o nome da bebida com a pronúncia certa. Ufa! Mas hoje serve de história que eu conto para meus alunos quando falamos sobre a importância de saber os sons das letras. Rimos muito.
Outra curiosidade que não tem muito a ver com a primeira, é que eu também dou aulas particulares online para crianças chinesas dos 4 aos 13 anos de idade. Amo essa parte do meu dia, apesar de ter que acordar bem cedo para as aulas, afinal, trabalho no horário chinês.

7) Nos ajude a te conhecer melhor, nos conte um pouco sobre suas viagens, amizades completamente nativa da língua que você leciona entre outros! 😀
Sempre vivi cercada de estrangeiros. Acho que a minha paixão por pessoas e culturas diferentes acaba atraindo os estrangeiros pra perto de mim. Talvez eu que os procure? Talvez os dois juntos. 🙂 Aos 16 anos eu escrevia cartas como aquelas pessoas que fazem “Pen Pal” (trocam cartas com desconhecidos), e conversava com gente do mundo todo. Fiz isso por muitos anos, inclusive depois do advento da Internet. Com isso fui convidada a conhecer lugares interessantíssimos no mundo. Dos países que já visitei, cito a Costa Rica, Argentina, Estados Unidos, Canadá, Áustria, Luxemburgo e Alemanha. Meu marido é americano e meus filhos são americano-brasileiros como eu. Ah, também fiz curso de espanhol no Brasil. Completei o curso todo, entendo o idioma e consigo me comunicar, mas pouco pratico.
8) O que faz de você um Superprof (além do poder de se comunicar em várias línguas :-P) ?
Sou uma Superprof porque levo aos meus alunos aquilo que eles não aprenderam em sala de aula. Sou capaz de ensinar pessoas de qualquer lugar do mundo, pois as minhas aulas são completamente em inglês. Sim, inclusive se você for brasileiro e falar zero inglês, ainda será possível começar do zero e realmente APRENDER comigo. Como? Oras, como é que você ensina um bebê a começar a falar português? Com as palavras e frases mais simples, correto? Pois é assim que eu ensino àqueles que não sabem nada. E aos poucos vamos aumentando nosso vocabulário, gramática... É a melhor forma de aprender! Também sou uma Superprof porque as minhas aulas acontecem com humor e empatia. Foco sempre na necessidade do aluno, no que ele quer aprender de mais imediato ou a longo prazo. O aluno é o meu foco, não uma apostila ou programa. Outra característica bacana é que nas minhas aulas falo do dia a dia, cultura, e história americanas, além de outros assuntos conhecidos por quem vive nos Estados Unidos. Enfim, são aulas ricas, sem pressão, com a correção na hora certa e sem constranger o aluno. Somos parceiros e não há hierarquia. Juntos, chegamos lá! 🙂
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Carol Mendes

English Teacher

Mãe, esposa, professora de inglês atuante. Já foi advogada, bailarina e atriz amadora. Paixões: livros, geografia, história, culturas diversas, Broadway, Josh Groban.

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